
Mamma Vendetta nasceu livre, livre de conceitos ou direções pré-estabelecidas, somente a idéia de juntar o melhor da música e todos os tipos de forma artística ou manifestos ligados ao mundo independente. Mamma Vendetta é muito mais que uma agência de shows, funciona como uma verdadeira comunidade que agora coloca os pés para fora do gueto numa tentativa de mostrar ao mundo a variedade e atitude da arte independente elevando assim a mesma a um outro nível! A família Vendetta iniciou suas atividades em 2009 trazendo alguns dos mais criativos e excitantes artistas da cena atual da música, cinema, fotografia e mais muito mais!! Dois professores se encarregam da dura missão de tentar mostrar isso sob uma ótica mais realista e de espalhar essa mensagem mostrando um pouco dessa ARTE! Alessandra Maestro e Marco Butcher dirigem essa conexão entre artistas e clubs, galerias ou salas que possam suprir as expectativas dos artistas envolvidos, tendo certeza de que esse tipo de arte não morra nas mãos de homens de NEGóCIOS que levam muitas vezes a cultura direto para um buraco, por estarem preocupados demais em fazer os remendos de seus próprios bolsos. Mamma Vendeta é sobre musica para amantes da musica, é sobre cinema para os amantes de cinema e sobre verdade para aqueles que sabem conviver com ela! Para aqueles que procuram por algo que seja diferente de sua própria rotina, inquietos por novidades, não existe o tradicional quando o assunto é arte, não existe espaço para valores tradicionais, a arte sempre esteve aqui mas continuamente em mutação.
Eita porra!!!! Será que eu aínda lembro como se faz um post? Bom vou tentar pelo menos montar um post decente.[por Joe Strume]
Aliás, a carreira dele começou na própria Memphis, depois que Eric Oblivian, dono da Goner Records, lançou o EP
No compacto são 4 músicas, registradas em 4track cassete porta-estúdio. Como exclamou o amigo Tony depois de ouvir You Ain't No Fun No Mo', a primeira do EP: “fantástico exemplo de do it yourself!” Ouro lo-fi!
Depois disso foram acrescidos integrantes e os Reatards, de fato, se tornaram banda, com Jay à frente. Saíram outros
Junto dos Reatards, Jay passou a integrar diversos projetos, que dão uma lista realmente de impressionar: New Memphis Legs (onde tocava órgão), Lost Sounds (com Alicja Trout, dona do selo Contaminated Records, de Memphis), Bad Times (com Eric Oblivian e King Louie), CC Riders (com Jeffrey Evans, ex- Gibson Bros., e Alicja Trout), Final Solutions (como baterista), Destruction Unit (com Alicja Trout), The Oscars (como baixista), Nervous Patterns (mais outro com Alicja Trout), Angry Angles (com Alix Brown), Digital Leather, Terror Visions (nesta banda gravou tudo).
Essa pancada de bandas de Jay Reatard teve material lançado por alguns dos mais interessantes selos garage dos anos 2000: Shattered Records e Plastic Idol Records (EUA); Solid Sex Lovie Doll Records e Rockin’ Bones (Itália); P. Trash Records (Alemanha); além da própria Goner Records e da veterana Sympathy For The Record Industry.
Dos projetos de Jay fora os Reatards,o Angry Angles
é o que mais gosto, com uma porção new wave, um punk-pop-frenético! O material do Angry Angles, lançado só em
Não bastasse, em 2006 Jay Reatard deu o pontapé na carreira solo. Uma carreira que rendeu dois álbuns e mereceu duas coletâneas com músicas lançadas em compactos limitados: SINGLES 06-07 (In The Red) e MATADOR SINGLES ’08 (Matador Records), ambas editadas em 2008, sendo que a primeira é em LP duplo!
Jay Reatard tinha 29 anos. A causa da sua morte ainda não foi divulgada.
Será que o Igor tem razão quando disse que “a maldição dos 27 tarda, mas não falha!”? Tomara que não, pois acabei de fazer meus vinte e nove...
Para ouvir Jay Reatard em ação:
-Reatards Get Real Stupid
-Reatards Teenage Hate LP/CD (Goner Records, 1998)
-Lost Sounds Black Wave 2xLP/CD (Empty Records, 2001)
-Angry Angles Things Are Moving 7" EP (Shattered Records, 2005)
-Jay Reatard Singles 06-07 2xLP/CD (In The Red, 2008)
-Jay Reatard Watch Me Fall LP/CD (Matador, 2009)
PS: o material lançado só em vinil pode ser encontrado para baixar na rede.
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Bom como foi dito aqui, realmente você pode baixar na rede inclusive aqui vão dois links.



O grito inicial de "Get There Fast" dá o tom do disco, com batida vigorosamente primitiva, guitarras garageiras e.... um refrão pop. Mas isso não quer dizer que prejudique o resultado final desta energética girl band de Helsinki - Finlândia, muito pelo contrário, cria um clima amistoso entre riffs garageiros e melodias grudentas nos refrões. "Black Mustang" traz uma intodução tipo Johnny Thunders, um rock bom pra dançar, enquanto em "Sleeping Dogs" elas dão uma guinada ao Garage Revival com pitadas de psicodelismo e voz suave assim conquistando o ouvinte. A coisa vai fluindo e mantendo a pegada em "Mars in Risin", Enquanto em "Sparkles", "No Return" e "Pa Pa Party" elas voltam ao rock básico mantendo a pegada rocker com refrões grudentos e alto astral... "Guided
By Shadows" umas das melhores pop songs que ouvi nos úlitmos tempos tem um ar sedutor e misterioso, muito bom pra ouvir durante um passeio noturno pela cidade sendo passageiro de algum taxi, e dá-lhe mais rock báisco e dançante em "Kallio Love" e "Pms 666". "Fadeaway" finaliza esste disco basico e ao mesmo tempo diversificado de climas. Um bom trabalho das meninas garageiras de Helsinki. As poucas informações que consegui sobre esta banda não me permite alongar este post, mas espero que instigue você caro leitor a buscar mais e a compartilhar com o nosso blog hehehehe...
Os meninos do Awesome Color depois do seu disco de estreia homónimo de 2006, tratou de gravar e lançar no ano passado o seu segundo ataque sonoro, batizando de Electric Aborigines, com o mesmo peso, vigor e tudo o mais que você nobre leitor que adquiriu o disco ou de alguma forma teve acesso, pode comprovar.Awesome Color - 'Hat Energy'

Ao Apertar o Play, uma pedrada de boas vindas já te deixa atordoado, você baqueia e se move feito um zumbi arrastando-se em busca de mais um bocadinho de miolos quentes ou corações culpados e isso os Guilty Hearts tem de sobra. A segunda faixa, "Big Mouth Mikey" já se apresenta como uma avalanche do que foi a primeira, nem te deixa recuperar o fôlego um riff de superfuzz lhe rasga a alma, na sequência e pra não perder o ritmo se acrescenta um orgãozinho fuleiro apitando e sujando tanto quanto o fuzz repetitivo, solos perfeitamente tortos dentro de uma moldura garageira. Então voltamos ao que inicialmente parecia ser uma bela mistura de Punk e Blues, e tome mais demência guitarrística, seu esqueleto já está dominado pelo espírito e você se torna um escravo. Sem chances de recuperar sua autonomia mais uma vez. 